segunda-feira, 31 de maio de 2010

File de peixe ao forno com ervilha torta e batata




Prato rápido, saboroso e muito saudável, serve fácil quatro pessoas, sirva em prato fundo para comer sorvendo o caldo que fica maravilhoso, capriche no vinho, os nossos brancos são BBB.

1 kg de file de peixe (usei linguado)
500 g de ervilha torta
1 kg de batata inglesa descascada em rodelas grossas
1 cebola
1 pimentão
2 tomates italianos
Coentro
Azeite de oliva
Leite de coco
Pimenta (usei em grão branca)
Sal
Limão

Ritual de sempre do peixe: suco de limão e enxugue rápido
Sal, pimenta e parte do coentro picado no peixe.
Assadeira de vidro, barro, alumínio etc.
Passei um fio de azeite
Arrume os ingredientes nessa ordem:
Batatas
Cebolas em rodelas
Peixe (o liquido que saiu do peixe depois do sal vai também)
Pimentão em rodelas
ervilha
tomates
Salpique o restante do coentro
Regue com leite de coco (garrafa pequena)
Azeite a vontade
Forno bem quente
15 minutos coberto (eu uso uma assadeira ao contrario por cima ou papel alumínio)
15 minutos descoberto

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Asa de frango assada



Para comer com a mão e acompanhar cervejas geladas.

2 kg de asa de frango
200 g catchup
200 g de mostarda
2 colheres de sopa de gengibre em pó
1 cebola grande
Azeite
1 limão
Sal

Coloque as asas na água com limão e sal por 10 minutos e escorra
Tempere as mesmas com a cebola ralada, acrescente o catchup, a mostarda e o gengibre
Unte o tabuleiro com o azeite e leve ao forno pré-aquecido, por 45 minutos

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Bolo de fubá


2 xícaras de fubá
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de óleo de milho
2 xícaras de leite
1 1/2 xícara de açúcar refinado
3 ovos
1 colher de sopa de fermento químico em pó
Manteiga e farinha de trigo para untar

Misture todos os ingredientes, menos o fermento, e bata no liquidificador.
Adicione o fermento e misture com uma colher.
Unte uma forma grande com buraco no meio(importante)
Asse em forno pré-aquecido
Fica pronto em cerca de 25 minutos, teste com o palitinho

Broa de milho



Quitutes de fubá, essa receita é a mais fácil que conheço.

2 xícaras de chá de leite
1 colher de sopa de gordura vegetal
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de chá de sal
3 ovos
Fubá (atenção fubá não é milharina)

Em uma panela, misture o leite, a gordura, a manteiga e o sal e aqueça.
Assim que começar a ferver, junte o fubá aos poucos e mexa sem parar, até formar uma massa consistente, mas não muito dura.
Deixe esfriar, misture os ovos à massa e sove com as mãos.
Para fazer as broas, separe um pouco de massa(tamanho de um limão) e sacuda em um copo alto (fechando com a mão) com fubá, até dar a forma de broinha.
Unte uma forma com manteiga ou margarina, coberta com fubá, e asse em forno médio.

Purê de abóbora


Mais uma receita com abóbora...

1 kg de abóbora, cortada em cubos
1 cebola picada
1 colher de sopa de manteiga
1/2 xícara de leite integral
Sal

Cozinhe a abóbora em água fervente, com sal, até ficar macia.
Escorra e passe pelo espremedor.
Em outra panela, derreta a manteiga e refogue a cebola até ficar transparente.
Acrescente a abóbora e o leite, cozinhe mexendo, até a mistura ficar cremosa.

Brigadeiro de colher



Tou de molho em casa só me vem um pensamento: chocolate!!!

1 lata de leite condensado
3 colheres de sopa de chocolate em pó
1 colher de sopa de manteiga sem sal

Leve ao fogo os três ingredientes e mexa até começar a desprender do fundo da panela.
Desligue o fogo, coloque em pequenas taças. Deixe esfriar.
Coma com colher.

Pimenta, fruto da América





A pimenta do tipo capsicum é um fruto original da América. Já antes da chegada dos portugueses, os índios que viviam aqui no Brasil usavam-na para temperar seus pratos - mas não de forma muito elaborada. Os primeiros habitantes do país costumavam misturar os alimentos cozidos com a pimenta. Também tinham uma mistura de sal e pimenta pilados que chamavam de ionquet, inquitaia e juquitaia, entre outros nomes. A mistura era espalhada sobre o alimento depois de pronto.
Os portugueses e africanos que vieram ao Brasil desconheciam os frutos da planta capsicum (pimentão vermelho, pimentão verde e pimentão amarelo). Os europeus tinham mais contato com a pimenta-do-reino (piper nigrum), grão de origem asiática, e uma das especiarias mais antigas da humanidade – na Roma antiga era comum ter depósitos para pimentas-do-reino, por exemplo. Foi, inclusive, o comércio de pimenta-do-reino e de outras especiarias uma das razões das grandes navegações que trouxeram os colonizadores ao continente americano.
Os africanos e moradores do Velho Mundo também tinham contato com um outro tipo de pimenta, a malagueta, encontrada na costa da África Ocidental. Essa malagueta, porém, é uma planta de espécie zingiberácea e diferente do fruto de mesmo nome que ficou conhecido no Brasil.
A malagueta brasileira, aliás, é uma capsicum e foi batizada assim pelos colonizadores e escravos, que ao entrarem em contato com o fruto americano deixaram de consumir a variedade africana, conforme explica Luís da Câmara Cascudo em seu livro. Antes do final do século 16, a malagueta americana já havia ganhado a preferência das mesas européias.
Índios, negros e portugueses consumiam muito mais a “malagueta” do que seus descendentes brasileiros. As diferentes variedades de pimentas, no entanto, ficaram marcadas em todo o Brasil, em especial no Norte (que carrega uma influência do índio muito grande em sua culinária) e Nordeste, que além da presença indígena, conta com uma forte influência dos africanos, principalmente na Bahia, a pimenta dedo-de-moça é muito usada na culinária nordestina.
A pimenta americana era praticamente inexistente em outros continentes antes da colonização da América. Trocas comerciais intensas entre africanos, europeus e árabes acabaram por levar a malagueta à Ásia, onde o ingrediente é hoje presença constante em pratos de diversos países daquela região.